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Relatório de inatividade
Pedro Moreira Nt
Primeiro, não fazer é o modo errado de inatividade.
Por último, não fazer é a pior coisa, confirma um monte de atividades anteriores. Coisas feitas que se reconstituem, atuam desgraçadamente na memória. É uma espécie de não-fazer-o-que feito.
É a retribuição cretina e cínica que se tem no social do tipo "social" que alguém traz de algum lugar e apresenta. Move para cá, para o ato de que há um fazer-do-feito que é se embrenhar na história, na historiografia e aponta: ele.
É a retribuição cretina e cínica que se tem no social do tipo "social" que alguém traz de algum lugar e apresenta. Move para cá, para o ato de que há um fazer-do-feito que é se embrenhar na história, na historiografia e aponta: ele.
Relato que pude não fazer muitas coisas, viajar por exemplo: não fui. O que tenho são defeitos e também coisas programadas para morrer. O mais merda é a merda quase faz, obra.
Que se lasque que se faça mesmo não se querendo fazer.
É uma feitura diária misturada com essas cargas que ajuntamos, essa coleção de burrice que se retoma. O pior dos piores é esse "se", partícula que é um todo. Tantos afazeres que são fazeres antecipados, sejam sonhos, programação, escalas. Parece que ficar quieto tem um grito entalado.
Mas então desativar. Meio caminho, a circunscrição do que surge como real e como promessa. Questão inativa não tem lembrança, esboroa, cai feito nada, desapega. O ativismo tem até sono, dorme, e sonha diz ser um ativo paralisado no movimento constante. Para onde segue não sei e nem quero saber de sequencialidade.
Que se lasque que se faça mesmo não se querendo fazer.
É uma feitura diária misturada com essas cargas que ajuntamos, essa coleção de burrice que se retoma. O pior dos piores é esse "se", partícula que é um todo. Tantos afazeres que são fazeres antecipados, sejam sonhos, programação, escalas. Parece que ficar quieto tem um grito entalado.
Mas então desativar. Meio caminho, a circunscrição do que surge como real e como promessa. Questão inativa não tem lembrança, esboroa, cai feito nada, desapega. O ativismo tem até sono, dorme, e sonha diz ser um ativo paralisado no movimento constante. Para onde segue não sei e nem quero saber de sequencialidade.
A minha inatividade é a minha igreja. O meu único pecado. Como sou o cara referenciado dessa atividade iníqua, claro, como já vem com um valor ideologizado, fica certo que se me confesso como o ativo que absolutamente está em inatividade. Pensar nisso escrever isso é uma atividade dessa maldição. Mesmo o morto age - atua na decomposição, no petróleo, na explosão do que seja vazio. Ser o que seja dá nisso. Obviedade do inativo, agir por não ativar.
É tão certo que andar é sacrilégio.
Mais.
Sou tão cheio de não-feitos que descrever pode parecer pretensão.
Inativo é o sujeito dispensado. A dispensa de si cheia de ausências. O mais inativado sujeito se compõe ativamente em não ser ativo, entende?
Dá para imaginar o acumulador da farsa do dinheiro de tal forma que age apenas para isso, para empurrar para dentro da inatividade o potencial líquido de ser sempre ativo.
Aticismo simoníaco atuante.
A arrogância elogiosa ou grosseria é uma forma expressa de inatividade ativa. Propaganda do vazio.
Dá para imaginar o acumulador da farsa do dinheiro de tal forma que age apenas para isso, para empurrar para dentro da inatividade o potencial líquido de ser sempre ativo.
Aticismo simoníaco atuante.
A arrogância elogiosa ou grosseria é uma forma expressa de inatividade ativa. Propaganda do vazio.
Vazio é bexiga, barriga, estômago e intestinos.
Para ser (will be inactivity) se puder ativar-se, anda na velocidade do rio. Quem o vê assim pensa: aquele cara está parado.
Inativo é diferente de aposentado. Não resta nada ao nada ele é totalmente ativo na recuperação da perda.
Um desvaler ao vivo irrecuperável como tempo virado espaço. Só que o lugar, espaço está na própria pessoa desvalida e desvaliada.
São ágeis assuntos nenhuns que irrompem como bandidos à porta da caixa onde vive o desvanecido. Vanir-se ou banir-se é uma constante atividade dos de dentro como dos des fora. Não há abismo maior que a probabilidade de sua existência. Os persecutores silenciosos dizem: o inexistente se manifesta quando cai. É divertido aos que estão no mesmo caminho de ser nada mais que coisa alguma. Um valor social do inerente a qualquer ativista que esteja contra a qualquer um que age.
Ele se acha, ele se manifesta, ele é caquético, ridículo, ou bom ou maravilhoso ou ótimo tudo cai na mesma fossa profunda da merda relacional em que a grupalidade define a ação.
Ação que prova que se evadi mas leva o que se perde. Quando alguém morre se vai junto ao aconchego da tumba. A população viva age mortalmente em sua mortalidade garantida.
A fábrica que produz a homogeneização se faz ativa por quantidade acumulada de inatividade.
Se for contra o ativismo tornar-se-á ativista do ativismo controlado, o que dá na mesma: é uma coisa inativa que depende de outros que façam simultaneidade o que lhe é inato, porém, com um bom treino se realiza inadvertidamente como nativismo compulsório.
Por fim, para ser inativo necessita de ter a velocidade do ativismo-inativo, isto é acreditar que age ou que não age, mas fazer com que creiam e não faz nada, está inativo. Caso contrário será descoberto como um idiota qualquer que quer enganar o mundo em ser ativo demais e/ou nada ativo (diferente do que propriamente seja inativo).
O fato exige um lugar factual, e um tempo técnico qual seja: saber usar a coisa espaço/tempo e, por fim de qualidade dispersa - jogada fora por excesso -, ou tempo meio que parecido como temporal. Esse lado do espaço transformado, como coisas a serem desmedidas no processo utilitário ou de valor geográfico, melhor, valorizado como existente porém não visto, não determinado - sem mapa, sem manual.
Para o ativos isso é impossível, trata-se de um fenômeno impossível. O inexistente carrega o óbvio das comprovações de sua impossibilidade.
Porém, ao se tornar definitivamente inativo, veste o protocolo do espaço comido pelo tempo, sobrando um tempo que carrega consigo um espaço chamado possível, portanto preexistente.
O meio de tudo isso é o que interessa: fazer, agir, de tal forma que a ação esteja (a midle way) Tao.
Corre na velocidade do que corre e ficará em movimento extensivamente parado, estancado no agir total e não um agir estupidificado por um sistema que serra essa;co tempo, cabeça corpo, pensar e sentir, viver e morrer, alto e acima.
Como voar no solo, solar - solidificar o insólito.
A meio caminho está o inatingível.
O inativo está em completa inatividade por ser completo equilíbrio, escolheu Shiva e Vishnu e os devorou o agir com Krishna o ativo inatingível.
Como fazer isso? Deixar de ser Arjuna e se tornar humanamente impossível.
Mais que crer, tornar-se crença.
Para ser (will be inactivity) se puder ativar-se, anda na velocidade do rio. Quem o vê assim pensa: aquele cara está parado.
Inativo é diferente de aposentado. Não resta nada ao nada ele é totalmente ativo na recuperação da perda.
Um desvaler ao vivo irrecuperável como tempo virado espaço. Só que o lugar, espaço está na própria pessoa desvalida e desvaliada.
São ágeis assuntos nenhuns que irrompem como bandidos à porta da caixa onde vive o desvanecido. Vanir-se ou banir-se é uma constante atividade dos de dentro como dos des fora. Não há abismo maior que a probabilidade de sua existência. Os persecutores silenciosos dizem: o inexistente se manifesta quando cai. É divertido aos que estão no mesmo caminho de ser nada mais que coisa alguma. Um valor social do inerente a qualquer ativista que esteja contra a qualquer um que age.
Ele se acha, ele se manifesta, ele é caquético, ridículo, ou bom ou maravilhoso ou ótimo tudo cai na mesma fossa profunda da merda relacional em que a grupalidade define a ação.
Ação que prova que se evadi mas leva o que se perde. Quando alguém morre se vai junto ao aconchego da tumba. A população viva age mortalmente em sua mortalidade garantida.
A fábrica que produz a homogeneização se faz ativa por quantidade acumulada de inatividade.
Se for contra o ativismo tornar-se-á ativista do ativismo controlado, o que dá na mesma: é uma coisa inativa que depende de outros que façam simultaneidade o que lhe é inato, porém, com um bom treino se realiza inadvertidamente como nativismo compulsório.
Por fim, para ser inativo necessita de ter a velocidade do ativismo-inativo, isto é acreditar que age ou que não age, mas fazer com que creiam e não faz nada, está inativo. Caso contrário será descoberto como um idiota qualquer que quer enganar o mundo em ser ativo demais e/ou nada ativo (diferente do que propriamente seja inativo).
O fato exige um lugar factual, e um tempo técnico qual seja: saber usar a coisa espaço/tempo e, por fim de qualidade dispersa - jogada fora por excesso -, ou tempo meio que parecido como temporal. Esse lado do espaço transformado, como coisas a serem desmedidas no processo utilitário ou de valor geográfico, melhor, valorizado como existente porém não visto, não determinado - sem mapa, sem manual.
Para o ativos isso é impossível, trata-se de um fenômeno impossível. O inexistente carrega o óbvio das comprovações de sua impossibilidade.
Porém, ao se tornar definitivamente inativo, veste o protocolo do espaço comido pelo tempo, sobrando um tempo que carrega consigo um espaço chamado possível, portanto preexistente.
O meio de tudo isso é o que interessa: fazer, agir, de tal forma que a ação esteja (a midle way) Tao.
Corre na velocidade do que corre e ficará em movimento extensivamente parado, estancado no agir total e não um agir estupidificado por um sistema que serra essa;co tempo, cabeça corpo, pensar e sentir, viver e morrer, alto e acima.
Como voar no solo, solar - solidificar o insólito.
A meio caminho está o inatingível.
O inativo está em completa inatividade por ser completo equilíbrio, escolheu Shiva e Vishnu e os devorou o agir com Krishna o ativo inatingível.
Como fazer isso? Deixar de ser Arjuna e se tornar humanamente impossível.
Mais que crer, tornar-se crença.
Inactive has a sense of the close hands, close computer and end finish take a dream.
Do it or it make obvious sense. Activity reactive is this report when will have intemporal action.
Do it or it make obvious sense. Activity reactive is this report when will have intemporal action.
Prisoner in flying volts
Pedro Moreira Nt
I remember the past tragic when in old time before today. Today my memory, fragmentary or complete imagination about. Past inside present accounts. A long time ago. Catch a peach cracking tree. Where broken one pure gel appear. Visgo to bird. The trap for take de visgo para pegar o pássaro "Pech" originates from it's original and still used meaning of pitch, a sticky tar resin that is left over when producing charcoal from wood. There was a religious believe that there is a lot of "Pech" in hell, thus the connotation with bad luck (see also Grimm's "Frau Holle", "Pechmarie und Goldmarie" and other fairy tales). See also: Siedendes pech, das schon bei den Römern den sklaven zur marter auf den leib geträufelt wurde, galt in christlicher zeit als eine der höllenstrafen und geradezu als hölle, die man sich als einen mit brennendem pech und schwefel erfüllten pfuhl vorstellte, worin die seelen der verdammten ewig brennen sollen.Deutsches Wörterbuch von Jacob Grimm und Wilhelm Grimm "Pech haben" comes from a student's saying in the 18th century to someone who had bad luck. This is a shortening for "Pechvogel". "Pechvogel" on the other hand originates from a haunting method to catch birds by putting pitch on tree branches.
The resine tree glues do it ethical position, no choice why doesn't exist other possibilities mades real examples to create.
Tree which proliferate fruits through birds. Tip trap accessible if making need for. The bird and another animals survive also eat fruits putting seems in deferents places. For any animals not exist choices or options or ethical position for decision. What's meaning that nature according for life.
About man case, the nature is corruptible in the tenue sense line for use, function act activities. But not maintaining relation's topics kit instrumental instinto. To be whom make choice the man have options inside your thought where the life turn utility comparative things. How an ever else nothing is sufficient for terrible mind.
Take a peach, broking tree, cut, put a fire, create your loves bad. The divine creature of the Prometheus is expulse of the instinctive world. Goes out to leaving paradise earth to the complex ethical devise existence.
Sacred blood of the life's tree represent. What's ever peach?*
Invested the condition and has in your mind the impossibility to go sky.
The ray sun (to cryng rain) how doesn't live to think, is landing and departure branches of light bird of his conduct (to though or rough instinctive).
The impeachment in your board/ing - aboard ales (middle way of the bird).
The prohibition that bird rise of below to above.
Diending innocent to kilt, this is contradiction to enter.
When the child's blood tree peach and walking in forest to prepare these trap to birds, suffering family penalties for cruelty.
How understand the political action to impeachment depend to lines law or people capacity enough (Eno's rough or wind in your first time to impulse for fly).
Gilt is memory in action front the condition for liberty.
Who rises flies to moon is Seth (the animal in silence prison his need is great stone bright diamond). Secondaries around theme to complement
Community? Humans wish the impossible do it: turn a middle god prisoner in caucus (selenium) to everybody else goes why will had the sacred (in secret - scare) flame.
Take a time, fly with your ales alone. Never alone. All man is singular and singularity for community.
The community culture expression, prisoner in camp the air. Individualism is a compulse for action of the liberty. But "never existence" in social reality is crazy.
* In french language "péché" categorial sense of the "pêche", old portuguese language "peco" to "peca", or "pecatum" "per quod" (peecwood or by which) to wish tree, one I foot into reason so "per catus" of the macaque or instinto man that look Selene (moon or mom - "mummy"- germany, the cat, the yellow quartz transform to diamond - germany language diamant or latin "dia" with cut of the "mond" - mind or philosophic stone (ism tag - day). Blake remembered for married of the above and below, Trimegisto luminous (illuminate) - three for tree (do not forget that too).
Relatório de inatividade
Pedro Moreira Nt
Primeiro, não fazer é o modo errado de inatividade.
Por último, não fazer é a pior coisa, confirma um monte de atividades anteriores. Coisas feitas que se reconstituem, atuam desgraçadamente na memória. É uma espécie de não-fazer-o-que feito.
É a retribuição cretina e cínica que se tem no social do tipo "social" que alguém traz de algum lugar e apresenta. Move para cá, para o ato de que há um fazer-do-feito que é se embrenhar na história, na historiografia e aponta: ele.
É a retribuição cretina e cínica que se tem no social do tipo "social" que alguém traz de algum lugar e apresenta. Move para cá, para o ato de que há um fazer-do-feito que é se embrenhar na história, na historiografia e aponta: ele.
Relato que pude não fazer muitas coisas, viajar por exemplo: não fui. O que tenho são defeitos e também coisas programadas para morrer. O mais merda é a merda quase faz, obra.
Que se lasque que se faça mesmo não se querendo fazer.
É uma feitura diária misturada com essas cargas que ajuntamos, essa coleção de burrice que se retoma. O pior dos piores é esse "se", partícula que é um todo. Tantos afazeres que são fazeres antecipados, sejam sonhos, programação, escalas. Parece que ficar quieto tem um grito entalado.
Mas então desativar. Meio caminho, a circunscrição do que surge como real e como promessa. Questão inativa não tem lembrança, esboroa, cai feito nada, desapega. O ativismo tem até sono, dorme, e sonha diz ser um ativo paralisado no movimento constante. Para onde segue não sei e nem quero saber de sequencialidade.
Que se lasque que se faça mesmo não se querendo fazer.
É uma feitura diária misturada com essas cargas que ajuntamos, essa coleção de burrice que se retoma. O pior dos piores é esse "se", partícula que é um todo. Tantos afazeres que são fazeres antecipados, sejam sonhos, programação, escalas. Parece que ficar quieto tem um grito entalado.
Mas então desativar. Meio caminho, a circunscrição do que surge como real e como promessa. Questão inativa não tem lembrança, esboroa, cai feito nada, desapega. O ativismo tem até sono, dorme, e sonha diz ser um ativo paralisado no movimento constante. Para onde segue não sei e nem quero saber de sequencialidade.
A minha inatividade é a minha igreja. O meu único pecado. Como sou o cara referenciado dessa atividade iníqua, claro, como já vem com um valor ideologizado, fica certo que se me confesso como o ativo que absolutamente está em inatividade. Pensar nisso escrever isso é uma atividade dessa maldição. Mesmo o morto age - atua na decomposição, no petróleo, na explosão do que seja vazio. Ser o que seja dá nisso. Obviedade do inativo, agir por não ativar.
É tão certo que andar é sacrilégio.
Mais.
Sou tão cheio de não-feitos que descrever pode parecer pretensão.
Inativo é o sujeito dispensado. A dispensa de si cheia de ausências. O mais inativado sujeito se compõe ativamente em não ser ativo, entende?
Dá para imaginar o acumulador da farsa do dinheiro de tal forma que age apenas para isso, para empurrar para dentro da inatividade o potencial líquido de ser sempre ativo.
Aticismo simoníaco atuante.
A arrogância elogiosa ou grosseria é uma forma expressa de inatividade ativa. Propaganda do vazio.
Dá para imaginar o acumulador da farsa do dinheiro de tal forma que age apenas para isso, para empurrar para dentro da inatividade o potencial líquido de ser sempre ativo.
Aticismo simoníaco atuante.
A arrogância elogiosa ou grosseria é uma forma expressa de inatividade ativa. Propaganda do vazio.
Vazio é bexiga, barriga, estômago e intestinos.
Para ser (will be inactivity) se puder ativar-se, anda na velocidade do rio. Quem o vê assim pensa: aquele cara está parado.
Inativo é diferente de aposentado. Não resta nada ao nada ele é totalmente ativo na recuperação da perda.
Um desvaler ao vivo irrecuperável como tempo virado espaço. Só que o lugar, espaço está na própria pessoa desvalida e desvaliada.
São ágeis assuntos nenhuns que irrompem como bandidos à porta da caixa onde vive o desvanecido. Vanir-se ou banir-se é uma constante atividade dos de dentro como dos des fora. Não há abismo maior que a probabilidade de sua existência. Os persecutores silenciosos dizem: o inexistente se manifesta quando cai. É divertido aos que estão no mesmo caminho de ser nada mais que coisa alguma. Um valor social do inerente a qualquer ativista que esteja contra a qualquer um que age.
Ele se acha, ele se manifesta, ele é caquético, ridículo, ou bom ou maravilhoso ou ótimo tudo cai na mesma fossa profunda da merda relacional em que a grupalidade define a ação.
Ação que prova que se evadi mas leva o que se perde. Quando alguém morre se vai junto ao aconchego da tumba. A população viva age mortalmente em sua mortalidade garantida.
A fábrica que produz a homogeneização se faz ativa por quantidade acumulada de inatividade.
Se for contra o ativismo tornar-se-á ativista do ativismo controlado, o que dá na mesma: é uma coisa inativa que depende de outros que façam simultaneidade o que lhe é inato, porém, com um bom treino se realiza inadvertidamente como nativismo compulsório.
Por fim, para ser inativo necessita de ter a velocidade do ativismo-inativo, isto é acreditar que age ou que não age, mas fazer com que creiam e não faz nada, está inativo. Caso contrário será descoberto como um idiota qualquer que quer enganar o mundo em ser ativo demais e/ou nada ativo (diferente do que propriamente seja inativo).
O fato exige um lugar factual, e um tempo técnico qual seja: saber usar a coisa espaço/tempo e, por fim de qualidade dispersa - jogada fora por excesso -, ou tempo meio que parecido como temporal. Esse lado do espaço transformado, como coisas a serem desmedidas no processo utilitário ou de valor geográfico, melhor, valorizado como existente porém não visto, não determinado - sem mapa, sem manual.
Para o ativos isso é impossível, trata-se de um fenômeno impossível. O inexistente carrega o óbvio das comprovações de sua impossibilidade.
Porém, ao se tornar definitivamente inativo, veste o protocolo do espaço comido pelo tempo, sobrando um tempo que carrega consigo um espaço chamado possível, portanto preexistente.
O meio de tudo isso é o que interessa: fazer, agir, de tal forma que a ação esteja (a midle way) Tao.
Corre na velocidade do que corre e ficará em movimento extensivamente parado, estancado no agir total e não um agir estupidificado por um sistema que serra essa;co tempo, cabeça corpo, pensar e sentir, viver e morrer, alto e acima.
Como voar no solo, solar - solidificar o insólito.
A meio caminho está o inatingível.
O inativo está em completa inatividade por ser completo equilíbrio, escolheu Shiva e Vishnu e os devorou o agir com Krishna o ativo inatingível.
Como fazer isso? Deixar de ser Arjuna e se tornar humanamente impossível.
Mais que crer, tornar-se crença.
Para ser (will be inactivity) se puder ativar-se, anda na velocidade do rio. Quem o vê assim pensa: aquele cara está parado.
Inativo é diferente de aposentado. Não resta nada ao nada ele é totalmente ativo na recuperação da perda.
Um desvaler ao vivo irrecuperável como tempo virado espaço. Só que o lugar, espaço está na própria pessoa desvalida e desvaliada.
São ágeis assuntos nenhuns que irrompem como bandidos à porta da caixa onde vive o desvanecido. Vanir-se ou banir-se é uma constante atividade dos de dentro como dos des fora. Não há abismo maior que a probabilidade de sua existência. Os persecutores silenciosos dizem: o inexistente se manifesta quando cai. É divertido aos que estão no mesmo caminho de ser nada mais que coisa alguma. Um valor social do inerente a qualquer ativista que esteja contra a qualquer um que age.
Ele se acha, ele se manifesta, ele é caquético, ridículo, ou bom ou maravilhoso ou ótimo tudo cai na mesma fossa profunda da merda relacional em que a grupalidade define a ação.
Ação que prova que se evadi mas leva o que se perde. Quando alguém morre se vai junto ao aconchego da tumba. A população viva age mortalmente em sua mortalidade garantida.
A fábrica que produz a homogeneização se faz ativa por quantidade acumulada de inatividade.
Se for contra o ativismo tornar-se-á ativista do ativismo controlado, o que dá na mesma: é uma coisa inativa que depende de outros que façam simultaneidade o que lhe é inato, porém, com um bom treino se realiza inadvertidamente como nativismo compulsório.
Por fim, para ser inativo necessita de ter a velocidade do ativismo-inativo, isto é acreditar que age ou que não age, mas fazer com que creiam e não faz nada, está inativo. Caso contrário será descoberto como um idiota qualquer que quer enganar o mundo em ser ativo demais e/ou nada ativo (diferente do que propriamente seja inativo).
O fato exige um lugar factual, e um tempo técnico qual seja: saber usar a coisa espaço/tempo e, por fim de qualidade dispersa - jogada fora por excesso -, ou tempo meio que parecido como temporal. Esse lado do espaço transformado, como coisas a serem desmedidas no processo utilitário ou de valor geográfico, melhor, valorizado como existente porém não visto, não determinado - sem mapa, sem manual.
Para o ativos isso é impossível, trata-se de um fenômeno impossível. O inexistente carrega o óbvio das comprovações de sua impossibilidade.
Porém, ao se tornar definitivamente inativo, veste o protocolo do espaço comido pelo tempo, sobrando um tempo que carrega consigo um espaço chamado possível, portanto preexistente.
O meio de tudo isso é o que interessa: fazer, agir, de tal forma que a ação esteja (a midle way) Tao.
Corre na velocidade do que corre e ficará em movimento extensivamente parado, estancado no agir total e não um agir estupidificado por um sistema que serra essa;co tempo, cabeça corpo, pensar e sentir, viver e morrer, alto e acima.
Como voar no solo, solar - solidificar o insólito.
A meio caminho está o inatingível.
O inativo está em completa inatividade por ser completo equilíbrio, escolheu Shiva e Vishnu e os devorou o agir com Krishna o ativo inatingível.
Como fazer isso? Deixar de ser Arjuna e se tornar humanamente impossível.
Mais que crer, tornar-se crença.
Inactive has a sense of the close hands, close computer and end finish take a dream.
Do it or it make obvious sense. Activity reactive is this report when will have intemporal action.
Do it or it make obvious sense. Activity reactive is this report when will have intemporal action.
Prisoner in flying volts
Pedro Moreira Nt
I remember the past tragic when in old time before today. Today my memory, fragmentary or complete imagination about. Past inside present accounts. A long time ago. Catch a peach cracking tree. Where broken one pure gel appear. Visgo to bird. The trap for take de visgo para pegar o pássaro "Pech" originates from it's original and still used meaning of pitch, a sticky tar resin that is left over when producing charcoal from wood. There was a religious believe that there is a lot of "Pech" in hell, thus the connotation with bad luck (see also Grimm's "Frau Holle", "Pechmarie und Goldmarie" and other fairy tales). See also: Siedendes pech, das schon bei den Römern den sklaven zur marter auf den leib geträufelt wurde, galt in christlicher zeit als eine der höllenstrafen und geradezu als hölle, die man sich als einen mit brennendem pech und schwefel erfüllten pfuhl vorstellte, worin die seelen der verdammten ewig brennen sollen.Deutsches Wörterbuch von Jacob Grimm und Wilhelm Grimm "Pech haben" comes from a student's saying in the 18th century to someone who had bad luck. This is a shortening for "Pechvogel". "Pechvogel" on the other hand originates from a haunting method to catch birds by putting pitch on tree branches.
The resine tree glues do it ethical position, no choice why doesn't exist other possibilities mades real examples to create.
Tree which proliferate fruits through birds. Tip trap accessible if making need for. The bird and another animals survive also eat fruits putting seems in deferents places. For any animals not exist choices or options or ethical position for decision. What's meaning that nature according for life.
About man case, the nature is corruptible in the tenue sense line for use, function act activities. But not maintaining relation's topics kit instrumental instinto. To be whom make choice the man have options inside your thought where the life turn utility comparative things. How an ever else nothing is sufficient for terrible mind.
Take a peach, broking tree, cut, put a fire, create your loves bad. The divine creature of the Prometheus is expulse of the instinctive world. Goes out to leaving paradise earth to the complex ethical devise existence.
Sacred blood of the life's tree represent. What's ever peach?*
Invested the condition and has in your mind the impossibility to go sky.
The ray sun (to cryng rain) how doesn't live to think, is landing and departure branches of light bird of his conduct (to though or rough instinctive).
The impeachment in your board/ing - aboard ales (middle way of the bird).
The prohibition that bird rise of below to above.
Diending innocent to kilt, this is contradiction to enter.
When the child's blood tree peach and walking in forest to prepare these trap to birds, suffering family penalties for cruelty.
How understand the political action to impeachment depend to lines law or people capacity enough (Eno's rough or wind in your first time to impulse for fly).
Gilt is memory in action front the condition for liberty.
Who rises flies to moon is Seth (the animal in silence prison his need is great stone bright diamond). Secondaries around theme to complement
Community? Humans wish the impossible do it: turn a middle god prisoner in caucus (selenium) to everybody else goes why will had the sacred (in secret - scare) flame.
Take a time, fly with your ales alone. Never alone. All man is singular and singularity for community.
The community culture expression, prisoner in camp the air. Individualism is a compulse for action of the liberty. But "never existence" in social reality is crazy.
* In french language "péché" categorial sense of the "pêche", old portuguese language "peco" to "peca", or "pecatum" "per quod" (peecwood or by which) to wish tree, one I foot into reason so "per catus" of the macaque or instinto man that look Selene (moon or mom - "mummy"- germany, the cat, the yellow quartz transform to diamond - germany language diamant or latin "dia" with cut of the "mond" - mind or philosophic stone (ism tag - day). Blake remembered for married of the above and below, Trimegisto luminous (illuminate) - three for tree (do not forget that too).
Huit
Pedro Moreira Nt
Combien réel peu la comptent aussi est plusiers par juge aucune dire, a certaine métaphysique dans le nombre de cas pris en avant, enfin, jugé.
Puisque la vérité numérique est dispersible, il ne supporte pas les échanges hiérarchiques, des positions communes lorsqu'elles sont soumises à un certain type.
Il semble y avoir une certaine métaphysique dans le nombre de cas pris en avant, enfin, jugé.
Certain que ça de file travaillé ce fichier une compt. Le condiction correspond ça a fonctionné comme la interation personale une par outre a se constituir uma posição entre interpretation técnica, alors typologique, construit ordenation. Sur formale des togue, et de outre des certain humanité encontre deux ris: La investiture profisionale et la relation con la realité.
C'est structurale prouve lorsque ancrée sur relation de l'Etat est défendue par leurs dénominations idéologiques.
Groupe dans des espaces définis, groupalité réifier les différences dans l'égalité abstraite appliquée au monde intérieur avec lequel les éléments-choses sont identifiées.
Le groupe collectif dépersonnalisée toute singularité (de réalité multiple - ciel, la terre, au-dessous et au-dessus des dispersés et mis en botte, historiques et atomistique) - tableaux sont donc des arrangements, des ensembles, en miroir qui prennent en charge la logique des politiques.
Fascisme, c'est la importance de l'activité d'une l'ordination de l'arithmétique ou la progression des significations ressenties Qui les déterminations déplacent typologiques (conceptuels) et interprétatif (Subjective, évaluative).
La société que les juges et le juge lui-même impose a une origine dans le collectif, accepté et valide. La profondeur d'eau dans les bas-fonds. Dieu comme objet médiateur.
Comme L'homme ne pas de peut etre non plus numéro numérotée. Et parce con que les huit finitude et inversé l'infini, le juge participer avec choix à la volonte de les defendre. Dans les Mathématiques arrangements traité le jugé comme raison.
Le groupe collectif dépersonnalisée toute singularité (de multiples réalités - ciel, la terre, au-dessous et au-dessus du musarder et groupés, historique et atomistique) -tableaux sont donc des arrangements, des ensembles, en miroir qui prennent en charge la logique des politiques. Fascisme importance de l'activité cjorresponder l'ordination de atimética ou la progression des significations ressenties qui déplacent les déterminations typologiques (conceptuels) et interprétative (subjective, évaluative).
Le un, une divine. Unité unique sans generation, pluralité disperse est perdu en nom des choses.
La société que les juges et le juge lui-même impose a une origine dans le collectif, accepté et valide. La profondeur d'eau dans les bas-fonds. Dieu comme objet médiateur c'est expulse des paradises terrenes.
Puis que ne pas posible choises (recherche chemin) plus opción (conformation sur les choses - droit incorporels -, et soir object-objective-chose).
La paternité des réglages finaux (et il y a final) - c'est qui est le concept de but - a le droit d'être l'indifférence, dépose à la prise de décision (éthique), le choix de la numérotation (qu'ils appellent la démocratie - division terre à ceux qui peuvent) le droit de participer ou non collective (groupes, classes sociales), et maintenir ainsi la subjectivité formé d'abstraction (corrompu) qui sont dotés de fonctions mathématiques avec laquelle (est commandé la mobilité ) peut être évaluée en connaissant la position de chaque matière de reproduction (humain?) dans une hiérarchie (élément individualiste vers un ensemble) qui sont déterminés et assez inévitable entre eux la raison pour laquelle adhérer.
Ce sont des êtres sans auteur qui passent l'état de penser aux autres et un groupe (collective feiches - donc fascistes) qui ne disposent pas des liens, des valeurs morales, éthiques (réseau) et le sens et la signification humaine.
chiffres Être sont aussi abstraite, si divine dans infinitude et les changements qui génèrent se rapportent à des choses, qui est, les techniques et les procédures avec lesquelles ils ont des comparaisons sur la condition sociale obsolète de l'existence.
Pas plus d'humanité, mais la collectivité. Chiffres.
Non au singulier, mais l'élément.
Pas plus le sujet, mais l'ordre et hiérarchique. Il n'y a pas de fuite dans la règle ordonnée.
La nouvelle religion qui unit dispersée parce que les élémentaux - la chimie, la physique - une obligation de rejeter la paternité et de maintenir la transformation sociale en tant que masse conditionnelle et uniforme.
Trimegisto nous met état ici et maintenant absent, promet comme promis le Prométhée étant, la lumière, l'aventure. Totalité des étre. Être l'unicité du sujet collectif dans son humanité de huit. Être.
About green
Repeat the truth and it will sound false. The more say more feel the loss of his intention.
This happens, of course, because lying is an inverted truth, a false comprobadamente truth.
The many truths all the lies, and one of them is the language to exist if falsifies, combines.
The sky fly bird balance on the air
The whole truth carries with answers contained the future. True is a case that is false pieces to think of one by one to gather the truth. But you may have or would have or ever will have the whole truth and never its completeness.
When you cross the river uncertainties when questions when it comes still struggling pure in the mouth of man can understand or understand quese stripped of their only condition to become possibility.
That's it, that that, there is what is not here. They are half-truths, almost truly provable, but requires the condition of becoming.
The moment unfolds its bowels and moves on, not only lives, quite enough. Need humans to compose herself. So how human truth is questioning, doubt, then asks survive the fickleness of who you are.
Better to say God - given to us all - but it is a statement said to be so many.
Tell yourself land, seed, harvesting gear, garnering, granar (green) the truth (verite - see it in this state) see where (where it comes from), the color that suits to come. The grave of Lazarus, the interdict dark learned, the service, the harvest, missive, that cultivating the crop, tilling and wait if the event has been able to keep it in order of response, (grown) that responds: green (see of what?). Verdant green truly green being the coalition point between ethics and practice in safeguarding values, to maintain the character. Having then one take care and be careful to look carefully the green springing, broteja, becoming green, esercente visa, the recognizable that thus takes place which is which, truth.
And I say that because they are. They are your eyes tenderly sprout human memories, those sea waters which target existence in search of its origin. So almost known to be water.
Are these that come true hope. The hope deep that discourages me to thrill to see you.
So, to understand green complex roses and yellow in the great full blues in the sky. Just time no more another relation with perception your time when for in love. Color violet.

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